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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Os craques da Seleção do Brasil



Robinho faz 3º gol após boa jogada de Ramires. Juan e Luis Fabiano também marcaram


Kaká: candidato a craque do Brasil




Favela, pobreza e distância de casa nos primeiros passos. Histórias delicadas, mas que fazem parte da maioria dos jogadores convocados por Dunga para a Copa do Mundo da África do Sul. Mas a de Kaká, a maior estrela da companhia é um pouco diferente. O pai, Bosco Izacson, fez o papel normalmente desempenhado pelos jogadores. Saiu de uma família pobre, trabalhou, suou e propiciou ao filho famoso e seus irmãos um padrão de vida confortável na infância. O jogador do Real Madrid nasceu em Brasília, passou por Cuiabá, mas fixou-se em São Paulo. Quase vizinho ao Morumbi, não tinha dificuldade para ir aos treinos. E ainda tinha a companhia da mãe Simone, uma cinegrafista bem amadora. “A cada gol meu a imagem tremia porque ela pulava para comemorar. Eu me destacava naquela época, mas aos poucos aperfeiçoei o meu dom”, disse Kaká.
Morador da área, o menino abraçou os companheiros mais humildes, que moravam no alojamento do Morumbi. Nada de rejeição. Interação total entre adolescentes de realidades opostas. “Não sofri qualquer tipo de preconceito por vir de classe média. Eu levava os colegas para a minha casa e isso fez com que as pessoas me tratassem com respeito. Meu sonho de jogar futebol falou mais alto do que qualquer tipo de classe social”, afirmou o jogador.Mas nem por isso o apoiador de 28 anos passou incólume às barreiras da vida. Só que, como costuma dizer, nada é por acaso.


Colaboração: Wesley SANT'ANNA
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Poster da Seleção Brasileira




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